O CHOUPO-NEGRO (Populus nigra, var. italica), é uma árvore de folha caduca, de porte médio a grande, podendo atingir os 30 metros de altura. É uma espécie de talhe elegante, com tronco ereto e copa mais ou menos densa, de forma oval, colunar ou piramidal, de acordo com a variedade. As folhas são rombóides, simples, alternas, com margens serrilhadas e um pecíolo longo e fino. Dá-se bem em plena luz, preferindo solos frescos, bem drenados, com água subterrânea acessível às raízes. Foram já criados inúmeros híbridos, de crescimento rápido, com finalidades comerciais e industriais, sendo, no entanto, necessária uma licença especial camarária para a plantação de choupais. O CHOUPO é uma árvore muito popular na Europa, também conhecida por ÁLAMO. Com qualidades ornamentais, ele é uma boa opção para o paisagismo em grandes áreas, principalmente quando arranjado em renques ao longo de caminhos, criando um belo efeito visual, mas a sua utilização em situação urbana é desaconselhada, pois as raízes são bastante agressivas, sendo preconizado que a plantação seja realizada a, pelo menos, 15 metros de distância de construções ou tubagens subterrâneas. A madeira é muito leve, clara, uniforme e de baixa resistência, sendo utilizada no fabrico de papel, brinquedos, paus de fósforos, caixotaria, móveis, aglomerados e folheados, sendo estes muito usados para o fabrico dos cestinhos quadrangulares para a embalagem de morangos, em vez das “modernas” caixas de plástico que tanto se vulgarizaram entre nós. No entanto, no estrangeiro, continuam a preferir a embalagem dos morangos em cestinho de folheado de choupo. Rústico, o choupo adapta-se melhor a solos húmidos, mas resiste em outro solos, desde que nos primeiros anos seja regado pelo sistema gota-a-gota, como aconteceu com este choupal, que se situa num planalto. É uma espécie que suporta curtos períodos de estiagem. Sendo típica de climas temperados, suporta geadas e frio intenso (até -24ºC). Multiplica-se por estacas, alporquia e por separação dos afilhamentos a partir das raízes.
Este choupal situa-se em Parceiros / Leiria, junto à estrada que liga a passagem de nível da Barosa a esta localidade, sendo esta estrada o seu limite poente, da berma da qual foram tiradas todas estas fotografias.
Informações técnicas retiradas da Net e dos seguintes livros: - «CONHECER AS ÁRVORES», Bernard Fischesser, Publicações Europa- América, colecção Euroagro, 1981. - «A ÁRVORE EM PORTUGAL», Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, edição. Assírio & Alvim, 1999.
|  | O CHOUPO-NEGRO ("Populus nigra", var. "italica"), é uma árvore de folha caduca, de porte médio a grande, podendo atingir os 30 metros de altura. É uma espécie de talhe elegante, com tronco ereto e copa mais ou menos densa, de forma oval, colunar ou piramidal, de acordo com a variedade. As folhas são rombóides, simples, alternas, com margens serrilhadas e um pecíolo longo e fino. Dá-se bem em plena luz, preferindo solos frescos, bem drenados, com água subterrânea acessível às raízes. Foram já criados inúmeros híbridos, de crescimento rápido, com finalidades comerciais e industriais, sendo, no entanto, necessária uma licença especial camarária para a plantação de choupais. O CHOUPO é uma árvore muito popular na Europa, também conhecida por ÁLAMO. Com qualidades ornamentais, ele é uma boa opção para o paisagismo em grandes áreas, principalmente quando arranjado em renques ao longo de caminhos, criando um belo efeito visual, mas a sua utilização em situação urbana é desaconselhada, pois as raízes são bastante agressivas, sendo preconizado que a plantação seja realizada a, pelo menos, 15 metros de distância de construções ou tubagens subterrâneas. A madeira é muito leve, clara, uniforme e de baixa resistência, sendo utilizada no fabrico de papel, brinquedos, paus de fósforos, caixotaria, móveis, aglomerados e folheados, sendo estes muito usados para o fabrico dos cestinhos quadrangulares para a embalagem de morangos, em vez das “modernas” caixas de plástico que tanto se vulgarizaram entre nós. No entanto, no estrangeiro, continuam a preferir a embalagem dos morangos em cestinho de folheado de choupo. Rústico, o choupo adapta-se melhor a solos húmidos, mas resiste em outro solos, desde que nos primeiros anos seja regado pelo sistema gota-a-gota, como aconteceu com este choupal, que se situa num planalto. É uma espécie que suporta curtos períodos de estiagem. Sendo típica de climas temperados, suporta geadas e frio intenso (até -24ºC). Multiplica-se por estacas, alporquia e por separação dos afilhamentos a partir das raízes.
Este choupal situa-se em Parceiros / Leiria, junto à estrada que liga a passagem de nível da Barosa a esta localidade, sendo esta estrada o seu limite poente, da berma da qual foram tiradas todas estas fotografias.
Informações técnicas retiradas da Net e dos seguintes livros: - «CONHECER AS ÁRVORES», Bernard Fischesser, Publicações Europa- América, colecção Euroagro, 1981. - «A ÁRVORE EM PORTUGAL», Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, edição. Assírio & Alvim, 1999.
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A PASSIFLORA é uma planta originária da América tropical, que precisa de temperaturas elevadas, mas aclimata-se bem em regiões temperadas. O centro das suas flores lembra os instrumentos utilizados na crucificação de Cristo, sendo, por isso, popularmente conhecida, mesmo em outros idiomas, por “Flor-da-paixão”. As PASSIFLORAS são um género botânico de quase quinhentas espécies de plantas. Na sua maioria são trepadeiras, mas algumas podem ser arbustivas. A mais conhecida entre nós é a Passiflora edulis, cujo fruto, o maracujá, é comestível, sendo ainda aproveitado para sumos, isoladamente, ou misturado, até industrialmente, com o sumo de outras frutas. O maracujá também é usado para o fabrico de licores, doces, geleias e sorvetes.
As espécies aqui apresentadas são apenas decorativas e encontram-se a trepar por uma rede divisória da propriedade. Estas flores são de alguns exemplares plantados na Primavera passada, mas nem todas as espécies, plantadas então, ainda floriram. Segundo me informaram num centro de jardinagem, tais trepadeiras, só decorativas, ainda não são muito procuradas, talvez por desconhecimento da beleza das suas flores, ou com receio da sensibilidade das mesmas aos Invernos muito frios, pelo que convém protegê-las durante os primeiros anos, até adquirirem uma boa lenhificação dos caules mais junto ao solo. A geada já me “queimou” uma Passiflora de flor amarela (Passiflora citrina), que não mais encontrei à venda. Recentemente descobri que, após fotografar a Passiflora ‘Cary’, uma das suas flores frutificara, e, parece, que tal fruto também é comestível, assim como é comestível o fruto do Maracujá-banana (Passiflora mollissima), que também já possuí, mas que no rigoroso Inverno de 2003 foi completamente queimado pela geada. Ver os álbuns aqui publicados anteriormente sobre Passifloras:
http://augustomota.multiply.com/photos/album/99/99 http://augustomota.multiply.com/photos/album/87/PASSIFLORAS
Se desejar ver a beleza das flores de algumas das espécies de PASSIFLORAS consulte o endereço abaixo:
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&rlz=1T4GGLD_enPT310PT310&q=passifloras&lr=lang_pt&um=1&ie=UTF-8&ei=pb15SuL6MtiMjAeZquSnBg&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=4
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A PASSIFLORA é uma planta originária da América tropical, que precisa de temperaturas elevadas, mas aclimata-se bem em regiões temperadas. O centro das suas flores lembra os instrumentos utilizados na crucificação de Cristo, sendo, por isso, popularmente conhecida, mesmo em outros idiomas, por “Flor-da-paixão”. As PASSIFLORAS são um género botânico de quase quinhentas espécies de plantas. Na sua maioria são trepadeiras, mas algumas podem ser arbustivas. A mais conhecida entre nós é a 'Passiflora edulis', cujo fruto, o maracujá, é comestível, sendo ainda aproveitado para sumos, isoladamente, ou misturado, até industrialmente, com o sumo de outras frutas. O maracujá também é usado para o fabrico de licores, doces, geleias e sorvetes.
As espécies aqui apresentadas são apenas decorativas e encontram-se a trepar por uma rede divisória da propriedade. Estas flores são de alguns exemplares plantados na Primavera passada, mas nem todas as espécies, plantadas então, ainda floriram. Segundo me informaram num centro de jardinagem tais trepadeiras, só decorativas, ainda não são muito procuradas, talvez por desconhecimento da beleza das suas flores, ou com receio da sensibilidade das mesmas aos Invernos muito frios, pelo que convém protegê-las durante os primeiros anos, até adquirirem uma boa lenhificação dos caules mais junto ao solo. A geada já me “queimou” uma Passiflora de flor amarela ('Passiflora citrina'), que não mais encontrei à venda. Recentemente descobri que, após fotografar a Passiflora ‘Cary’, uma das suas flores frutificara, e, parece, que tal fruto também é comestível, assim como é comestível o fruto do Maracujá-banana ('Passiflora mollissima'), que também já possuí, mas que no rigoroso Inverno de 2003 foi completamente queimado pela geada..
Ver os álbuns aqui publicados anteriormente sobre Passifloras:
http://augustomota.multiply.com/photos/album/99/99 http://augustomota.multiply.com/photos/album/87/PASSIFLORAS Se desejar ver a beleza das flores de algumas das espécies de Passifloras consulte o endereço abaixo:
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&rlz=1T4GGLD_enPT310PT310&q=passifloras&lr=lang_pt&um=1&ie=UTF-8&ei=pb15SuL6MtiMjAeZquSnBg&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=4
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Por esta altura do ano, por todo o país, os campos começam a estar decorados com ROLOS DE FENO a secar ao sol, modalidade hoje muito mais usada do que o tradicional e paralipipédico fardo de palha. Enquanto nos FARDOS o feno é enfardado já cortado em pequenos pedaços, com estes rolos a máquina corta a planta rente ao solo e enrola-a inteira, processo mais rápido e, portanto, menos dispendioso. O FENO é uma mistura de plantas ceifadas e secas, geralmente gramíneas e leguminosas, usadas como forragem para o gado, depois de desidratadas pela acção do sol. Retirando-se a água da forragem, ela mantém todo seu valor nutritivo e pode ser armazenada por muito tempo sem se estragar.
Estes rolos de feno, espalhados ao acaso no terreno, ou, por vezes, juntos em pequenos grupos, dão aos campos, nesta região, um valor estético novo, a que não podemos deixar de associar o conceito de verdadeiras “instalações artísticas”, conseguidas à base do que chamaria de “bioesculturas”, às quais a variação da intensidade da luz solar, ao longo do dia, vai realçando uma presença sempre diferente, contrastante com o verde da erva que já começa a despontar. Menos vulgares são os rolos cobertos de plástico branco, um processo recente de ensilagem da AVEIA (Avena sativa) e do AZEVÉM (Lolium multiflorum), que, assim, em tais embalagens estanques, acabam o seu processo de fermentação, ficando com muito mais durabilidade e qualidades nutritivas para alimentação do gado bovino, em qualquer época do ano, ou, até mesmo, para os anos seguintes.
Todas estas fotografias foram obtidas no Vale do Lis, em campos adjacentes ao rio Lis: os ROLOS DE FENO em dois terrenos pertencentes à Freguesia de Ortigosa; as dos ROLOS BRANCOS em dois locais diferentes da Freguesia da Carreira, portanto mais para jusante do rio.
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Por esta altura do ano, por todo o país, os campos começam a estar decorados com ROLOS DE FENO a secar ao sol, modalidade hoje muito mais usada do que o tradicional e paralipipédico fardo de palha. Enquanto nos FARDOS o feno é enfardado já cortado em pequenos pedaços, com estes rolos a máquina corta a planta rente ao solo e enrola-a inteira, processo mais rápido e, portanto, menos dispendioso. O feno é uma mistura de plantas ceifadas e secas, geralmente gramíneas e leguminosas, usadas como forragem para o gado, depois de desidratadas pela acção do sol. Retirando-se a água da forragem, ela mantém todo seu valor nutritivo e pode ser armazenada por muito tempo sem se estragar.
Estes rolos de feno, espalhados ao acaso no terreno, ou, por vezes, juntos em pequenos grupos, dão aos campos, nesta região, um valor estético novo, a que não podemos deixar de associar o conceito de verdadeiras “instalações artísticas”, conseguidas à base do que chamaria de “bioesculturas”, às quais a variação da intensidade da luz solar, ao longo do dia, vai realçando uma presença sempre diferente, contrastante com o verde da erva que já começa a despontar. Menos vulgares são os rolos cobertos de plástico branco, um processo recente de ensilagem da AVEIA (Avena sativa) e do AZEVÉM (Lolium multiflorum), que, assim, em tais embalagens estanques, acabam o seu processo de fermentação, ficando com muito mais durabilidade e qualidades nutritivas para alimentação do gado bovino, em qualquer época do ano, ou, até mesmo, para os anos seguintes.
Todas estas fotografias foram obtidas no Vale do Lis, em campos adjacentes ao rio Lis: os ROLOS DE FENO em dois terrenos pertencentes à Freguesia de Ortigosa; as dos ROLOS BRANCOS em dois locais diferentes da Freguesia da Carreira, portanto mais para jusante do rio.
Obs.: Clique nas fotos para as ampliar. Algumas têm legendas com informação adicional.
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O Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum), é uma árvore robusta, que pode atingir 25 metros de altura, ou mais, com uma enorme copa. Os frutos apresentam-se numa cápsula verde, coberta de pêlos mais ou menos espinhosos, com uma só semente arredondada, ou com 2 ou 3 achatadas, e tais sementes são semelhantes às vulgares castanhas, daí serem conhecidas por “Castanhas-da-Índia”, ou, popularmente, em certas regiões, por “Castanhas-de-burro”.
As flores são brancas, hermafroditas, zigomorfas (com pétalas simétricas), dispostas em grandes paniculas terminais, erectas, cónicas e de pedúnculos curtos. As sementes são muito semelhantes aos frutos do verdadeiro Castanheiro (Castanea sativa), mas, ao contrário destas, as Castanhas-da-Índia não são comestíveis, a não ser pelos animais domésticos e selvagens. Destas sementes obtêm-se um óleo que serve para iluminação, para preparar emulsões, champôs para a lavagem do cabelo e fabrico de cremes de beleza. A farinha das sementes é utilizada em cosmética e a polpa no fabrico de sabões. Nalguns países do Médio Oriente eram utilizadas como alimento para o gado, sobretudo equino, mas só depois de as submeterem a diversos tratamentos para lhes retirarem o sabor amargo.
Existem mais de 25 espécies na família das hipocastanáceas (Aesculus), a maioria na América do Norte, ocorrendo algumas no Sul da Europa, nos Himalaias, na China e no Japão. Cruzam-se facilmente, por isso existem também inúmeros híbridos espontâneos.
O Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum) prefere os solos ricos e húmidos. Na Finlândia costuma ter 10-15 metros de altura, enquanto nas regiões mais meridionais pode atingir alturas na ordem dos 25 metros. A madeira, macia e leve, deteriora-se facilmente. Assim, não é recomendada para estruturas exteriores, sendo utilizada no fabrico de mobiliário interior, instrumentos musicais, em tornearia, embutidos e na fabricação de caixas. É também excelente para utensílios de cozinha, visto não ter gosto nem cheiro.
Em Portugal é uma árvore cultivada como ornamental, florescendo na Primavera.
Além do Aesculus hippocastanum, de flores brancas, existe o híbrido Aesculus x carnea, de flores cor-de-rosa, já utilizado na arborização de praças e ruas em algumas cidades portuguesas. O exemplar aqui apresentado é relativamente novo e ainda de pequeno porte, pelo que, embora já tenha belas flores, ainda não deu qualquer fruto. A sua plantação foi dedicada à amiga Gabriela Rocha Martins, incansável organizadora das Bienais de Poesia de Silves e de outros eventos culturais por terras de Ibn'Ammar, poeta árabe do séc.XI, nascido em Silves.
Para mais informação consultar:
http://dias-com-arvores.blogspot.com/2004/09/castanheiro-da-ndia.html http://felizmenteluar.blogs.sapo.pt/161009.html
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O Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum), é uma árvore robusta, que pode atingir 25 metros de altura, ou mais, com uma enorme copa. Os frutos apresentam-se numa cápsula verde, coberta de pêlos mais ou menos espinhosos, com uma só semente arredondada, ou com 2 ou 3 achatadas, e tais sementes são semelhantes às vulgares castanhas, daí serem conhecidas por “Castanhas-da-Índia”, ou, popularmente, em certas regiões, por “Castanhas-de-burro”.
As flores são brancas, hermafroditas, zigomorfas (com pétalas simétricas), dispostas em grandes paniculas terminais, erectas, cónicas e de pedúnculos curtos. As sementes são muito semelhantes aos frutos do verdadeiro Castanheiro (Castanea sativa), mas, ao contrário destas, as Castanhas-da-Índia não são comestíveis, a não ser pelos animais domésticos e selvagens. Destas sementes obtêm-se um óleo que serve para iluminação, para preparar emulsões, champôs para a lavagem do cabelo e fabrico de cremes de beleza. A farinha das sementes é utilizada em cosmética e a polpa no fabrico de sabões. Nalguns países do Médio Oriente eram utilizadas como alimento para o gado, sobretudo equino, mas só depois de as submeterem a diversos tratamentos para lhes retirarem o sabor amargo.
Existem mais de 25 espécies na família das hipocastanáceas (Aesculus), a maioria na América do Norte, ocorrendo algumas no Sul da Europa, nos Himalaias, na China e no Japão. Cruzam-se facilmente, por isso existem também inúmeros híbridos espontâneos.
O Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum) prefere os solos ricos e húmidos. Na Finlândia costuma ter 10-15 metros de altura, enquanto nas regiões mais meridionais pode atingir alturas na ordem dos 25 metros. A madeira, macia e leve, deteriora-se facilmente. Assim, não é recomendada para estruturas exteriores, sendo utilizada no fabrico de mobiliário interior, instrumentos musicais, em tornearia, embutidos e na fabricação de caixas. É também excelente para utensílios de cozinha, visto não ter gosto nem cheiro.
Em Portugal é uma árvore cultivada como ornamental, florescendo na Primavera.
Além do "Aesculus hippocastanum", de flores brancas, existe o híbrido "Aesculus x carnea", de flores cor-de-rosa, já utilizado na arborização de praças e ruas em algumas cidades portuguesas.
O exemplar aqui apresentado é relativamente novo e ainda de pequeno porte, pelo que, embora já tenha belas flores, ainda não deu qualquer fruto. A sua plantação foi dedicada à amiga Gabriela Rocha Martins, incansável organizadora das Bienais de Poesia de Silves e de outros eventos culturais por terras de Ibn' Ammar, poeta árabe do séc.XI, nascido em Silves.
Para mais informação consultar:
http://dias-com-arvores.blogspot.com/2004/09/castanheiro-da-ndia.html http://felizmenteluar.blogs.sapo.pt/161009.html
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Quase duas semanas após fotografar os Campos do Lis «pincelados de amarelo», fiz um percurso mais para jusante, pela estrada agrícola da margem direita do rio Lis, até à área do Coimbrão, já a poucos quilómetros da foz, para captar, agora, o multicolorido que lhes dá o aparecimento de outras espécies botânicas, principalmente da SOAGEM (Echium plantagineum), com o seu roxo-azulado, a contrastar com o amarelo dos PAMPILHOS-DAS-SEARAS (Chrysantemum segetum). Neste percurso multicolorido chamou-me a atenção um terreno inçado, apenas, de MALMEQUERES-BRANCOS (Chrysantemum coronarium), talvez por este se situar na orla Norte do vale, em solo mais arenoso e seco, já numa zona de transição para os pinhais. Seguindo mais para Poente, passei a ponte que dá acesso aos campos da margem esquerda do rio, para rumar, agora, em direcção a Nascente, portanto para montante. Já na área dos campos de Carvide, chamaram-me à atenção os cavalos que pastavam num terreno em pousio, onde as manchas amarelas dos pampilhos contrastavam com os tons acastanhados do cenário de fundo. Também as PAPOILAS (Papaver rhoeas) começam a bordejar as valas e as estradas deste Vale do Lis, sinal evidente de que Maio já está aí!
A propósito de Papoilas ver:
http://augustomota.multiply.com/photos/album/177/UMA_BORDADURA_DE_PAPOILAS
http://augustomota.multiply.com/journal/item/158/UMA_BORDADURA_DE_PAPOILAS
http://augustomota.multiply.com/journal/item/161/161
|  | Quase duas semanas após fotografar os Campos do Lis «pincelados de amarelo», fiz um percurso mais para jusante, pela estrada agrícola da margem direita do rio Lis, até à área do Coimbrão, já a poucos quilómetros da foz, para captar, agora, o multicolorido que lhes dá o aparecimento de outras espécies botânicas, principalmente da SOAGEM (Echium plantagineum), com o seu roxo-azulado, a contrastar com o amarelo dos PAMPILHOS-DAS-SEARAS (Chrysantemum segetum). Neste percurso multicolorido chamou-me a atenção um terreno inçado, apenas, de MALMEQUERES-BRANCOS (Chrysantemum coronarium), talvez por este se situar na orla Norte do vale, em solo mais arenoso e seco, já numa zona de transição para os pinhais. Seguindo mais para Poente, passei a ponte que dá acesso aos campos da margem esquerda do rio, para rumar, agora, em direcção a Nascente, portanto para montante. Já na área dos campos de Carvide, chamaram-me à atenção os cavalos que pastavam num terreno em pousio, onde as manchas amarelas dos pampilhos contrastavam com os tons acastanhados do cenário de fundo. Também as PAPOILAS (Papaver rhoeas) começam a bordejar as valas e as estradas deste Vale do Lis, sinal evidente de que Maio já está aí!
A propósito de Papoilas ver:
http://augustomota.multiply.com/photos/album/177/UMA_BORDADURA_DE_PAPOILAS
http://augustomota.multiply.com/journal/item/158/UMA_BORDADURA_DE_PAPOILAS
http://augustomota.multiply.com/journal/item/161/161
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Esta sequência de fotografias foi obtida numa área muito restrita, próximo da ponte da Junceira, nos campos do Vale do Lis, a Poente da povoação da Carreira. A série de fotos da cabrada foi feita em 28 de Março e as restantes a 9 de Abril de 2009.
No ábum dedicado à GARÇA-BOIEIRA pode ver-se esta mesma zona cimentada que aqui aparece em duas fotos e cuja explicação pormenorizada lá se encontra no texto. Também aqui, clicando nas duas fotos, para as ampliar, encontrará uma breve legenda explicativa do que é tal superfície.
Ver: http://augustomota.multiply.com/photos/album/227/227
|  | Esta sequência de fotografias foi obtida numa área muito restrita, próximo da ponte da Junceira, nos campos do Vale do Lis, a Poente da povoação da Carreira. A série de fotos da cabrada foi feita em 28 de Março e as restantes a 9 de Abril de 2009.
No ábum dedicado à GARÇA-BOIEIRA pode ver-se esta mesma zona cimentada que aqui aparece em duas fotos e cuja explicação pormenorizada lá se encontra no texto. Também aqui, clicando nas duas fotos, para as ampliar, encontrará uma breve legenda explicativa do que é tal superfície.
Ver: http://augustomota.multiply.com/photos/album/227/227
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O Pachyphytum oviferum é uma planta suculenta, rasteira, oriunda do México, fácil de cultivar em vaso, mesmo dentro casa, pois é de pequenas dimensões. Requer luz, um certo calor e pouca água no Inverno. Propaga-se por semente, ou por estacaria. Normalmente floresce uma vez por ano, no extremo de uma haste, que atinge pouco mais de 10 cm. Não lhe conheço nome vulgar em português. Em língua inglesa é vulgarmente conhecida por “Moonstones” (Pedras lunares) e “Sugared Almonds” (Amêndoas açucaradas), devido à forma ovóide e à cor das suas “folhas” carnudas, cor que pode variar de acordo com a exposição mais ou menos intensa à luz solar, ou como resultado de híbridos já existentes nos bons viveiristas.
Ver aqui várias fotos desta planta:
http://www.gardening.eu/plants/Succulent-Plants/Pachyphytum-oviferum/2906/
No fim da página deste sítio encontra-se uma vasta gama de fotografias desta espécie e de alguns híbridos já existentes no mercado especializado.
|  | O “Pachyphytum oviferum” é uma planta suculenta, rasteira, oriunda do México, fácil de cultivar em vaso, mesmo dentro casa, pois é de pequenas dimensões. Requer luz, um certo calor e pouca água no Inverno. Propaga-se por semente, ou por estacaria. Normalmente floresce uma vez por ano, no extremo de uma haste, que atinge pouco mais de 10 cm. Não lhe conheço nome vulgar em português. Em língua inglesa é vulgarmente conhecida por “Moonstones” (Pedras lunares) e “Sugared Almonds” (Amêndoas açucaradas), devido à forma ovóide e à cor das suas “folhas” carnudas, cor que pode variar de acordo com a exposição mais ou menos intensa à luz solar, ou como resultado de híbridos já existentes nos bons viveiristas.
Ver aqui várias fotos desta planta:
http://www.gardening.eu/plants/Succulent-Plants/Pachyphytum-oviferum/2906/
No fim da página deste sítio encontra-se uma vasta gama de fotografias desta espécie e de alguns híbridos já existentes no mercado especializado.
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Depois de ter feito as fotografias do álbum anterior sobre a enchente do rio Lis, antes de almoço e depois de almoço, fui até à praia da Vieira, pelas 16 horas, quando a maré já começava a encher. Seriam fotos mais espectaculares em plena maré-cheia, mas, nesse dia, esta só atingiria o seu auge depois do pôr do Sol. Também não quis deixar de documentar a quantidade imensa de ramos de árvores que o rio transporta em sua forte e caudalosa corrente até ao mar e que este, depois, vai depositando no areal, principalmente logo ali ao lado do molhe sul.
Ver, na parte final deste álbum, outras fotos do mar bravo na Praia da Vieira: http://augustomota.multiply.com/photos/album/107 |  |
Depois de ter feito as fotografias do álbum anterior sobre a enchente do rio Lis, antes de almoço e depois de almoço, fui até à praia da Vieira, pelas 16 horas, quando a maré já começava a encher. Seriam fotos mais espectaculares em plena maré-cheia, mas, nesse dia, esta só atingiria o seu auge depois do pôr do Sol. Também não quis deixar de documentar a quantidade imensa de ramos de árvores que o rio transporta em sua forte e caudalosa corrente até ao mar e que este, depois, vai depositando no areal, principalmente logo ali ao lado do molhe sul.
Ver, na parte final deste álbum, outras fotos do mar bravo na Praia da Vieira: http://augustomota.multiply.com/photos/album/107 |
Após uns dias seguidos de fortes chuvadas, principalmente na noite de 31 de Janeiro para o dia 1 de Fevereiro, o rio Lis teve a sua primeira grande enchente do ano. Pouco há a acrescentar ao que as fotografias mostram, a não ser que a vegetação, alguma já de grande porte, continua a crescer no leito do próprio rio, facilitando a acumulação de todo o tipo de lixo, o que acaba por possibilitar a "construção de barragens" que impedem o natural escoamento da água, fazendo assim subir o seu nível, podendo, até, romper as motas, como já aconteceu há uns anos, inundando uma vasta área dos Campos do Vale do Lis, tornando intransitáveis caminhos e estradas agrícolas alcatroadas.
Ver os álbuns: http://augustomota.multiply.com/photos/album/106" http://augustomota.multiply.com/photos/album/107"
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Após uns dias seguidos de fortes chuvadas, principalmente na noite de 31 de Janeiro para o dia 1 de Fevereiro, o rio Lis teve a sua primeira grande enchente do ano. Pouco há a acrescentar ao que as fotografias mostram, a não ser que a vegetação, alguma já de grande porte, continua a crescer no leito do próprio rio, facilitando a acumulação de todo o tipo de lixo, o que acaba por possibilitar a "construção de barragens" que impedem o natural escoamento da água, fazendo assim subir o seu nível, podendo, até, romper as motas, como já aconteceu há uns anos, inundando uma vasta área dos Campos do Vale do Lis, tornando intransitáveis caminhos e estradas agrícolas alcatroadas.
Clique nas fotos para as ampliar, pois algumas têm legendas com informações específcas.
Ver os álbuns: http://augustomota.multiply.com/photos/album/106" http://augustomota.multiply.com/photos/album/107" |
Hoje, dia 20 de Janeiro de 2009, pelas 15.30 h., caíu uma forte chuvada acompanhada de granizo. Quando consegui tirar algumas fotos, após a chuva ter parado, já a maior parte do granizo se estava a desfazer, mas ainda permitiu fixar a curiosidade do círculo branco "desenhado" pela copa do 'Chamaecyparis' sobre o relvado.
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